[FILME] KILL SWITCH – TEMPO LIMITE

  Alerta Spoiler: tecnologia que nas mãos erradas excede a capacidade de controlo.

  O filme começa com um “convite” – mais uma chantagem do que um convite dadas as circunstâncias da família do protagonista – onde um antigo astronauta passará a inserir-se num sistema em que tentam salvar o mundo do seu excessivo consumo de energia e extensiva falta de recursos.

  O filme é composto por flashbacks que ao início são um quanto confusos, tanto o protagonista se encontra num mundo paralelo, como com a sua família.

  Ao entrar no mundo paralelo, apercebe-se de que algo está errado, existem seres vivos que, segundo a informação dada previamente, não era suposto ter acontecido. O protagonista tem como objectivo final usar um cubo milagroso que acabará com a existência dum dos mundos, impedindo catástrofes ainda mais desastrosas.

  Ao longo do seu percurso pouco emocionante e sem muitos obstáculos, sendo os mesmos compostos por humanos revoltados e drones, apercebesse que o facto de sacrificar o mundo paralelo, salvará a sua família mas acabará com a sua própria vida.

  Primeiramente devo dizer que ao ver o trailer imaginava que o filme fosse um complexo videojogo englobado num mundo real, onde existisse um portal que separasse e ligasse simultaneamente os dois conceitos. Julguei que iriam explorar um mundo que ainda não está devidamente explorado e criar uma base em que a população conseguisse ter a noção de que um videojogo pode não ser apenas um videojogo e deveria parar de viver em paralelo, mas sim em conjunto com o mundo dos ditos “normais”.

  Kill Switch, um filme que parecia apelar à intelectualidade, à evolução positiva e controlada, ao expandir da nossa visão e emoções, era isso que esperava. O filme ocorre maioritariamente em contexto de videojogo, sendo o protagonista a personagem principal do mesmo, usando apenas a sua jogabilidade num estilo de Call Of Duty – a nível do modo de disparo de armas, saúde e objectivos.

  Normalmente, um jogo “sem história” é cingido por decisões da personagem, neste caso a personagem acaba por não ser autónoma o suficiente para tomar as suas próprias decisões o que faz do filme um quanto forçado.

  Contudo, vendo doutra perspectiva não relacionada com os videojogos, poderemos considerar que uma das mensagens seria o facto da protecção da família ser identificada como uma forma de egoísmo pelo facto de não ter conhecimento suficiente sobre o projecto antes de se envolver no mesmo. Também poderemos considerar que nem sempre uma acção que se inicia com as melhores das intenções tem um resultado positivo relativamente aos motivos primórdios e ao meio envolvente.

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